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Inovação

Seu produto é desejável, factível e viável?

Vou descrever duas situações possíveis. Em cada situação, você deve imaginar as etapas que passaria desde a intenção de compra até o fechamento de um negócio, quando pode usar um produto ou serviço ofertado no mercado.  

Para ajudar com a sua criatividade, vamos imaginar que o produto seja um smartphone de última geração. Depois disso, vou te fazer algumas perguntas, combinado? 

A superpromoção tentadora

Chegamos à semana da Black Friday. Você está assistindo algum vídeo do seu interesse no YouTube e no meio do conteúdo uma propaganda anuncia para você que um smartphone topo de linha está com promoção de 50% de desconto para pagamento em até 6 vezes sem juros. 

produto com desconto

Esse smartphone tem especificações muito além do que você um dia imaginou em um aparelho desse tipo. Entretanto, é de uma marca que você nunca ouviu falar e não conhece ninguém que possui algo assim, mas o preço está realmente excelente. 

Mesmo com o preço bem convidativo, você fecha a aba, porque não sentiu segurança suficiente. Então, você faz o que um bom consumidor deve fazer: pesquisar o produto. 

Você passa quase uma hora procurando avaliações e comentários sobre a marca e sobre o modelo do smartphone. Quanto mais você procura, mais dúvida encontra, pois quase sempre acaba sendo direcionado para alguma página na China. E lá você vê que esse produto vende muito. 

produto desejável, factível e viável

Bem, a partir de agora, prepare-se! Você digitou tantas vezes o nome a marca desse smartphone que todos os sites que você acessa passam a ser inundados de publicidade com banners e vídeos desse smartphone. E, para sua surpresa, você encontra ofertas ainda mais tentadoras. Até chegar ao ponto de conseguir vender seu smartphone usado por um preço mais alto que esse desconhecido, mas sedutor, produto oriental. 

E você acaba se convencendo que vale o risco e finalmente compra o seu próximo dispositivo móvel, cruzando os dedos para não se arrepender mais tarde. 

O seu sonho de consumo

Chegamos, novamente, à semana da Black Friday. Você tem a esperança de conseguir comprar o smartphone dos seus sonhos com algum desconto, pois ele custa, em média, o dobro do preço dos concorrentes. 

produto na semana de black friday

No ano passado, você pesquisou, sem êxito, alguma empresa ou site que desse alguma vantagem para que você pudesse comprar seu smartphone tão sonhado. 

Por isso, acabou não conseguindo adquirir e, assim, passou 365 dias com a sensação de que possui um smartphone temporário enquanto não consegue comprar o único e insubstituível acessório de mobilidade que você precisa para ser realmente feliz. 

produto de desejo

Então, você abre a página de busca do Google, digita o nome e marca do seu sonhado smartphone e se depara com um preço ainda maior que do ano passado. E o mais surpreendente: não há nenhum desconto no preço dessa obra de arte. 

A única promoção que você encontra é: “Me compre pelo preço alto de sempre que você terá 30% de desconto em uma capinha de silicone original para seu novo smartphone”. 

smartphone com capinha em desconto

Neste momento, você se imagina mais 365 dias sem ela ao seu lado e decide que chegou o momento. 

Então, nesse próximo ano, seu principal comentário é: “Eu sei que foi muito caro, mas vale cada centavo. Não me arrependo de decisão que tomei.” 

Produto empurrado vs. produto puxado

Lembra que eu disse que faria algumas perguntas para você? 

produto empurrado e produto puxado

Agora, responda mentalmente cada uma: 

  1. Alguma vez você já comprou algo desconhecido porque o preço era muito baixo? 
  1. Você decidiu comprar algum produto ou serviço de tantas vezes que recebeu propaganda e promoções? Quando percebeu já tinha comprado? 
  1. Você já pagou mais caro por algo, pois o preço, para você, não era um fator determinante? 
  1. Você já precisou de algo que nem sabia que existia e quando encontrou uma empresa que vendia o que você imaginou, imediatamente comprou o que queria sem discutir preço? 

Se respondeu SIM para as perguntas 1 e 2, você já comprou um produto de forma empurrada. 

Se respondeu SIM para as perguntas 3 e 4, você já comprou um produto de forma puxada. 

Eu acredito que você deve ter respondido SIM para as quatro perguntas, pois, como qualquer consumidor, compramos produtos pelo preço e compramos produtos pelo valor. 

Quando o preço é fator decisivo e você chegou até o produto através de publicidade offline ou online, trata-se de uma compra empurrada (pelo vendedor). 

Quando o valor percebido por você é compatível com o benefício que esperava e você foi atrás do produto, estamos falando de uma compra puxada (pelo cliente). 

valor é diferente de preço

Então faça a sua escolha. Caso você estivesse ofertando um produto ou serviço para o mercado, qual das duas situações você gostaria que acontecesse no seu negócio? 

A. Depois de muita publicidade feita pela sua empresa, alguns clientes chegam até você porque o preço era tão convidativo que eles ficaram curiosos em saber mais. 

B. Clientes te procuraram porque sabiam que você vendia exatamente o que eles queriam e sequer questionam o preço no momento do fechamento. 

Criando produtos empurrados 

Se você escolheu a situação A, vou te ensinar como criar um produto para ser empurrado para seus futuros clientes. 

criação de produtos empurrados
  1. Veja o que está vendendo bem atualmente; 
  1. Faça um bom plano de negócios; 
  1. Faça um excelente estudo de viabilidade técnica e econômica; 
  1. Contrate os melhores especialistas no seguimento; 
  1. Contrate a melhor agência de marketing que puder pagar; 
  1. Invista o máximo possível em publicidade para seu público-alvo.

Criando produtos puxados 

Caso a sua escolha tenha sido a situação B, siga esses passos para que seu produto seja puxado pelos clientes. 

criação de produtos puxados
  1. Defina um desafio para sua equipe para aliviar um grande problema na vida dos seus clientes; 
  1. Entreviste vários clientes para descobrir, empaticamente, quais são suas maiores dores associadas ao problema definido; 
  1. Identifique quais são os perfis de clientes que mais são prejudicados por essas dores; 
  1. Foque em resolver somente as dores mais intensas destes perfis de clientes; 
  1. Defina a melhor solução técnica ou tecnológica para aliviar essas dores; 
  1. Teste essa solução com um grupo de clientes com o perfil ideal. 

Desejável, factível e viável 

Nos passos anteriores, em como criar produtos puxados, apresentei uma sequência que responde as três perguntas fundamentais para a criação de um produto que o seu cliente quer comprar ou invés de um produto que você quer vender. 

Quando definimos um desafio e nos preocupamos em saber se o cliente realmente deseja que o problema dele seja resolvido, estamos tentando responder a seguinte pergunta: é desejável para o cliente aliviar a dor causada pelo problema identificado? 

criação de produtos desejáveis

Caso a resposta seja positiva, passamos a avaliar todas as possibilidades técnicas e tecnológicas para aliviar a dor dessas pessoas de forma objetiva. 

Neste momento estamos em busca da resposta: é factível (possível) aliviar esse problema com a tecnologia disponível atualmente? 

Caso cheguemos à conclusão de que podemos ajudar nossos clientes através das tecnologias que temos em mãos, vamos para a última etapa. Para isso, queremos entender a última pergunta: é viável para o cliente a solução proposta? 

Aqui, podemos descobrir se eles estão realmente dispostos a usar essa solução e, obviamente, pagar por essa solução um preço que gere valor para o cliente e para a empresa. 

Para concluir, estamos em busca de um objetivo bem claro. 

Objetivo: oferecer é a melhor escolha para as pessoas aliviarem suas dores em assuntos específicos de suas vidas. 

E isso só será possível se houver um equilíbrio entre ser desejável (pelo cliente), ser factível (tecnicamente) e ser viável (como negócio). 

equilíbrio entre produtos possíveis, desejáveis e viáveis

Mas, lembre-se! 

Sempre comece pelo cliente. É para ele que estamos fazendo tudo. 

O mundo mudou, o que era o foco NO cliente, hoje é o foco DO cliente. 

Quer saber mais sobre estratégia, agilidade e inovação? Leia os artigos do blog da Meliva! Visite a nossa página de conteúdos gratuitos e baixe nossos e-books, canvas e templates. Ou, se preferir, ouça nosso podcast no Spotify.

Vandré Sales
Vandré Sales

CEO na Meliva
Design Thinking Specialist.
Professor e especialista em inovação corporativa.
Engenheiro de computação e físico com ênfase em quântica.

meliva.com.br/
1 de outubro de 2021/0 Comentários/por Vandré Sales
https://meliva.com.br/wp-content/uploads/2021/10/externa.png 524 780 Vandré Sales https://www.meliva.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Meliva-horizontal-roxo-laranja.png Vandré Sales2021-10-01 10:27:262021-10-26 09:04:30Seu produto é desejável, factível e viável?
Inovação

Como validar as personas com insights reveladores?

Você identificou a sua persona, realizou as entrevistas empáticas, validou as dores e ganhos e sabe perfeitamente o que ele quer que seja feito para alcançar o resultado desejado?

Mas será que é isso mesmo o que temos que oferecer a ele basta entregar o que ele busca?

No artigo de hoje, iremos compreender a importância de se identificar insights reveladores e validá-los a fim de construir os melhores produtos e serviços do mercado.

Vou te mostrar o que você precisará fazer para oferecer a melhor proposta de valor para o seu cliente e deslocar sua concorrência a partir da construção de como as personas se relacionam entre si com os insights reveladores.

Esperamos que curta essa leitura e aplique os conceitos e técnicas no seu dia a dia.

Uma das maiores startups do mundo e mais valiosas, que possui um aplicativo mobilidade urbana onde pode-se chamar um carro para fazer uma corrida particular, decide que, ao entrar em um determinado país, o modelo de negócio da empresa deverá envolver os diversos agentes que compõem o sistema de mobilidade e transporte do país, desde o Governo até as prefeituras e as empresas de ônibus.

Analisando uma solução nesse segmento e o impacto positivo e negativo que ela poderá gerar para uma cidade, mas atraindo milhões de pessoas, de imediato podemos concluir:

O que? Envolver governo, prefeituras e piorou, empresários, donos de empresas de transporte? Isso não vai dar muito certo não.

E, com certeza, não é uma tarefa fácil alinhar os interesses de agentes inseridos em um mesmo ecossistema de negócio, pois todo mundo possui, além de suas dores e ganhos que já aprendemos a mapear com a construção dos personas, interesses e muitas incertezas em comum.

O que são insights reveladores

Muitos empreendedores de startups patinam na descoberta e validação do seu cliente pois não mapearam as relações entre eles e os diversos agentes que estão inseridos no elo ou cadeia de um negócio.

Por exemplo, na sua visão, como você acredita que os empresários do setor de transporte público coletivo se relacionam com as startups de aplicativos de mobilidade individual?

Ou e o Governo, olhando para cada município, prefeitura, como enxergam esse tipo de empresa?

Seria uma relação saudável? Ou está mais para uma relação perturbadora? Todos ganham ou todos perdem? 

Como equilibrar os interesses entre as partes?

Por isso que, uma vez que você tenha personas bem mapeadas, conhece também o trabalho que desejam que seja feito para aliviar suas dores e ganhos, você precisa identificar e criar insights que irão revelar esse persona e verificar se o comportamento apresentado se repete ou não no mercado.

Primeiro precisamos compreender o que é um insight revelador. E não, não apenas aquele momento Eureka, de você estar em uma banheira e de repente ter uma ideia de outro mundo.

Para compreender insight é preciso ter uma capacidade de entender o significado de algo em profundidade e como aquilo pode revelar um acontecimento ou uma situação ou uma característica.

Ele tem que ser autêntico, verdadeiro, não pode ser óbvio e precisa ser revelador.

É olhar para dentro de alguma coisa que não consegue-se perceber apenas no seu exterior.

Descobrindo as relações entre os agentes

O grande desafio é como criar, capturar e gerar valor para cada agente de um ecossistema de negócio.

insights

Se pegarmos cada um dos agentes acima mencionados e traçarmos as persona dele, iremos fazer um cruzamento das relações dele com os demais envolvidos no ecossistema.

A primeira coisa que precisamos fazer é identificar quais são os agentes que, de certa forma, contribuem diretamente e indiretamente para um ecossistema de mobilidade urbana?

Podem ser: empresas operadoras do TPC – Transporte Público Coletivo; empreendedores, assessores jurídicos, consultores, prefeitos, legisladores, entidades relacionadas ao transporte, vereadores, fornecedores de tecnologia, fabricantes de veículos e outros.

Perceba que em um mesmo ecossistema conseguimos elencar inúmeros atores.

Uma vez levantado esses atores, podemos criar uma “Mandala” que demonstra as relações de ganha-ganha e ganha-perde entre cada um. Esse trabalho nos levará a identificar, apesar de estarem em um mesmo ecossistema de negócios, agentes que não se relacionam entre si. Veja a imagem abaixo:

insights
insights

Suponha então que no mapeamento feito, identificou-se a seguinte relação:

  • Operadores de TPC ganham de Usuários de Transporte Público Coletivo.
  • Operadores de TPC ganham junto com fabricantes de veículos.
  • Operadores de TPC perdem de prefeitos.

Note que um mesmo segmento se relaciona de diversas formas com todos os envolvidos e é fácil concluir isso.

Se eu te perguntar: usuários de transporte são satisfeitos com o sistema de transporte público coletivo no Brasil, olhando para a “grande massa”?

Com certeza não, não é mesmo?

Ou seja, que insights reveladores que poderíamos trazer dessas relações entre esses dois atores?

“Usuários de transporte público coletivo gastam em média 3 a horas no dia dentro de um ônibus.”

“Usuários de transporte público coletivo que dependem do ônibus sonham em ter seu próprio veículo e por isso juntam dinheiro ao longo dos anos para dar de entrada em um carro ou moto.”

“Usuários de transporte público coletivo buscam novas alternativas de mobilidade para não depender do ônibus.”

Esses dois exemplos acima são insights reveladores entre o cruzamento da jornada de um usuário de TPC e a empresa de Ônibus.

Veja que, poderíamos encher duas páginas aqui só de insights que nos mostram e validam como essa relação acontece e o que podemos aprender com ela.

Construindo insights reveladores

Com os segmentos do seu negócio todos mapeados, o cruzamento de suas relações feitas e os insights dessas relações também mapeadas, agora podemos criar o insight revelador dessa persona. Para isso, você precisa seguir essa linha de raciocínio.

<Segmento de cliente “A”> que passa pela jornada de consumir ou utilizar determinado produto ou serviço, sente-se cansado e frustrado com as dores <A>, <B> e <C> e por não suportar mais isso, busca por novas alternativas <A>, <B>  ou <C>

Lembre-se que quando você criou as personas, já identificou as 3 principais dores e os 3 principais ganhos dele, e um insight de um usuário de TPC poderia ser algo assim:

“As pessoas que se deslocam nos centros urbanos sentem uma grande perda de tempo ao usar o Transporte Público Coletivo, por considerarem uma experiência ruim passam por uma grande revolta social, e em função disso, sonham com uma solução alternativa de mobilidade.”

Um pensamento assim nunca passou pela cabeça dos gestores de empresas desse segmento há cerca de 4 anos, pois agora o cenário mudou, ou elas se adaptam ou morrem e fazem qualquer empresa mudar para sempre a forma como enxerga o seu negócio, com foco do cliente.

E, claro, nenhum consultor os ajudou a pensar dessa forma, pois eles focaram em ajudar as empresas a alavancarem os seus resultados por meio de soluções de redução de custo, incremento de tecnologia e aumento de receita. No máximo levaram a pensar em como reduzir o tempo de viagem de um ônibus para consumir menos combustível e emitir menos CO2, mas não em entender as reais necessidades de deslocamento as pessoas e reduzir o tempo de viagem dessas quando utilizam o ônibus.

A partir de agora, você sabe da importância de, além de construir as personas do seu projeto, inseri-las em um ecossistema de negócio e isso o levará a identificar todos os agentes prioritários que fazem parte diretamente e indiretamente.

Sabe que precisará identificar as relações entre esses e assim por meio da descoberta de insights que sejam autênticos, não óbvios e reveladores, construir o insight revelador da persona para lhe ajudar a entregar a proposta de valor que se ajuste ou mesmo supere as suas expectativas.

Por enquanto ficamos por aqui e até a próxima!

Quer saber mais sobre estratégia, agilidade e inovação? Leia os artigos do blog da Meliva! Visite a nossa página de conteúdos gratuitos e baixe nossos e-books, canvas e templates. Ou, se preferir, ouça nosso podcast no Spotify.

Paolo Petrelli
Paolo Petrelli

CEO na PontoGet Inovação e Sócio na Meliva
Professor de MBA em Inovação.
Ajudo médias e grandes empresas a tornar seus colaboradores mais criativos, inovadores e produtivos.

17 de setembro de 2021/por Paolo Petrelli
https://meliva.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Insight-externa.png 524 780 Paolo Petrelli https://www.meliva.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Meliva-horizontal-roxo-laranja.png Paolo Petrelli2021-09-17 09:49:262021-09-17 09:49:28Como validar as personas com insights reveladores?
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