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Inovação

Job to be done: você vende o que seu cliente quer?

Job to be done, ou trabalho a ser feito. O que é e qual a importância dessa frase para entender como é possível gerar valor para o cliente atendendo às suas necessidades e desejos reais?

Nesse artigo, você aprenderá porque muitas empresas que acabam não conseguindo gerar valor para os seus clientes acabam oferecendo aquilo diferente do que esse cliente espera receber de fato. Vai aprender que não importa qual seja a ferramenta, o produto, a tecnologia que uma empresa oferece, mas sim aquilo que o cliente espera que seja feito de verdade.

A sua empresa vende o produto ou serviço que o cliente quer? 

Vou te mostrar o que está por trás do modelo de negócio de uma empresa com a realidade que o cliente espera ter de verdade.

Origem do Job to be done

Esse termo foi sugerido pelo Clayton Christensen, um dos mais renomados professores de Harvard e autores do mundo, é dele o conceito de inovações disruptivas. Em 2005, ele escreveu o artigo as “Más práticas do Marketing: A causa e a cura”.

Clayton afirma que: “não adianta querer melhorar um produto que está em vendas baixas, perguntando para os clientes o que eles querem, sendo que esses não consomem mais os produtos.

Existe algo além do que uma empresa quer entregar ao seu cliente com o que de fato ele quer receber ou nem espera receber. Isso pode ser reforçado nessa frase:

“As pessoas não sabem o que elas querem, até mostrarmos a elas” do nosso icônico Steve Jobs.”

Qual é o trabalho que uma empresa fabricante de bebidas precisa fazer para atender seu cliente no ponto de venda quando ele precisa ir até o supermercado?

Como identificar o Job to be done do cliente

Considere que você não é apaixonado por uma marca só de refrigerantes e precisa comprar bebidas para o aniversário da sua filhinha de 8 anos, que vai acontecer amanhã. Contudo, acabou deixando para a última hora.

Não terá tempo de pechinchar e foi até um atacarejo, um supermercado que vende no atacado e no varejo.

O que é que você quer que seja feito de verdade para resolver “a sua dor” em um momento como esse?

É ai que entra o de “Job to be done” ou, traduzindo: trabalho a ser feito.

Qual é o trabalho que um cliente quer que seja feito para aliviar as suas dores e atender às suas necessidades de fato?

Empresas tradicionais não são orientadas a partir primeiro de uma dor para depois ofertar um produto no mercado, elas começam pela “oportunidade”. Se existe demanda para determinado produto ou serviço, então significa que tem mercado, dessa maneira, o foco estará sempre no fluxo:

job to be done

O Job to be done não é um conceito tão simples assim de se compreender, pelo menos para os gestores de empresas em geral.

Para a indústria automotiva, o negócio principal é fabricar e produzir carros. Ao ler a seguinte missão de uma das maiores fabricantes de automóveis do mundo, fica muito claro esse posicionamento.

“Desenvolver, produzir e comercializar carros e serviços que as pessoas prefiram comprar e tenham orgulho de possuir, garantindo a criação de valor e a sustentabilidade do negócio. Estar entre os principais players do mercado e ser referência de excelência em produtos e serviços automobilísticos.”

Note que aqui, do ponto de vista do cliente, ele quer ter o prazer e orgulho de ser dono de carros bonitos, potentes e ainda ajudar a empresa que o vendeu a ficar sustentável.

Mas será que o cliente está realmente interessado em saber da sustentabilidade do negócio, olhando para o resultado financeiro da empresa que vendeu o produto ou serviço a ele?

O que a empresa vende é diferente do que o cliente quer que seja feito

Talvez seja por um pensamento assim que por muitos anos a indústria do “transporte”, liderou o mercado até que, mediante cenários de crise, adversidades, instabilidade econômica e novas alternativas de locomoção, perdeu uma boa parte de clientes, pois esses passaram a olhar para a mobilidade como principal dor.

A partir dessa mudança de comportamento do consumidor, não faz mais sentido apenas firmar-se no modelo de oferecer “propriedade de um veículo” para alguém que quer apenas se deslocar de um trajeto A a um local B no menor tempo e melhor custo-benefício.

Aqui a referência é para a massa consumidora, e não mercados de nicho, como por exemplo o de luxo, pois sempre vão existir. O emprego do Job to be done está em conseguir, por meio de produtos que sejam mais fáceis de se utilizar e mais baratos, realizar as tarefas relacionadas às necessidades do consumidor, muitas das vezes ainda não automatizadas e cujo jeito que são realizadas pode ser manual, oneroso, complexo.

Sendo assim, é necessário entender quais são as tarefas funcionais, emocionais e até sociais que uma pessoa precisa fazer para chegar no resultado que deseja.

job to be done

E nós empreendedores temos a obrigação de encontrar o verdadeiro: “Job to be done” do seu cliente.

Se a Apple fosse uma empresa comum no mercado e o Steve Jobs tivesse nascido na Terra, pois na minha opinião ele não é daqui, tal como o Elon Musk, quando Jobs lançou o iPod teria feito uma chamada mais ou menos assim:

“Com o Ipod você pode ouvir músicas enquanto pratica esportes”

Por outro lado, qualquer concorrente também iria se posicionar da mesma forma, com foco no Produto.

Mas como ele era um dos maiores gurus do despertar do desejo, sua mensagem foi mais ou menos assim:

“Quando você for correr, pode ajustar o seu ritmo e se sentir motivado com a música que você quiser.” Conheça o iPod..

Nessa mensagem, veja que ele trabalha os aspectos funcionais e emocionais do cliente.

Fazendo um paralelo com aquele prestador de serviços que chega para o seu cliente e fala que a sua empresa cumpre os prazos e entrega com boa qualidade, isso não é mais que a obrigação e chega a ser até assustador quando alguém oferece algo e diz que entrega no prazo, com qualidade, parecendo que isso é o diferencial do negócio.

Retomando o exemplo da empresa de bebidas, o consumidor, inserido na massa, se não encontrar um refrigerante da marca favorita dele, mas o foco está em levar bebidas para o aniversário da sua filha, ele leva a de outra marca? 

E se não tiver refrigerante, ele leva sucos? 

Nesse cenário, a empresa de bebidas vende cerveja? Vende refrigerantes? Vende sucos? Vende chá? Vende chimarrão? Vende água? Vende energéticos?

Então, o “job to be done do cliente” que vai até uma gôndola em um supermercado para comprar bebidas é?

“Matar a sede dele”. Uma empresa, para atender esse trabalho que ele quer que seja feito, precisa oferecer e diversificar o portfólio de bebidas em geral, caso contrário o seu consumidor irá levar o produto de outra marca, irá atrás de quem realmente entende a necessidade dele.

Mas é bom frisarmos que, não importa qual é a ferramenta ou produto que uma empresa utiliza, o tanto que investiu ou o tempo que levou, para o cliente o que importa é que sua dor ou necessidade seja aliviada e alcance o resultado esperado.

Podemos ser vendedores de furadeiras e em nossa propaganda focarmos em homens casados que sempre são aclamados pelas suas esposas a pregarem quadros nas paredes.

Por outro lado, é dificil, precisa ter conhecimentos específicos sobre que broca, que bucha utilizar, são “n” variações de produtos e preços e deixa além de enormes buracos sujeira por onde é utilizada.

Aí uma empresa entende que a dor da dona de casa ou o seu desejo não é pregar o quadro, mas sim decorar a sua parede, e lhe oferece uma fita dupla face, que não deixa bagunça, que você não precisa esperar dias pela boa vontade de alguém e, o melhor, além de ser mais barato você pode fazer sozinha, sem depender de alguém. Independente do produto que foi utilizado, o job to be done da cliente foi atendido.

Neste artigo você compreendeu a importância de se conhecer as tarefas funcionais, emocionais e sociais de uma pessoa quando essa quer que algum trabalho precise ser feito para aliviar suas necessidades e desejos.

Aprendeu que não importa a ferramenta ou tecnologia utilizada, o que o cliente quer é chegar no seu resultado, e para isso você precisará construir uma nova tarefa, sempre olhando para como irá facilitar a jornada do cliente nesses aspectos e criar uma melhor experiência para ele com o melhor custo benefício.

Nos vemos no próximo artigo!

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Paolo Petrelli
Paolo Petrelli

CEO na PontoGet Inovação e Sócio na Meliva
Professor de MBA em Inovação.
Ajudo médias e grandes empresas a tornar seus colaboradores mais criativos, inovadores e produtivos.

8 de setembro de 2021/por Paolo Petrelli
https://meliva.com.br/wp-content/uploads/2021/07/externa-job-to-be-done.png 524 780 Paolo Petrelli https://www.meliva.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Meliva-horizontal-roxo-laranja.png Paolo Petrelli2021-09-08 09:34:002021-09-14 09:18:55Job to be done: você vende o que seu cliente quer?
Inovação

Persona: o que é, como identificar e validar?

Você sabe quem é a sua persona?

Se você trabalha numa empresa que vende certificado digital, daqueles obrigatórios para conseguir emitir uma nota fiscal nos serviços da prefeitura ou assinar uma certidão online, e precisa captar clientes com sua equipe de vendedores, quem é a pessoa certa que o seu vendedor ou vendedora terá que abordar para oferecer o seu produto?

persona

Será o dono da empresa? Ou será o gestor financeiro?

Ficou com dúvidas nessa pergunta? Então, te convido a ler este artigo e compreender a diferença entre identificar uma persona, um público-alvo e o cliente ideal para o seu segmento de negócio.

Nem sempre todo o tempo que uma empresa leva para construir a sua persona terá um resultado de fato equivalente ao seu cliente ideal no mercado e isso pode acarretar em um grande esforço comercial e de marketing jogado fora.

Nesse artigo, você vai entender as principais diferenças entre os tipos de personas existentes e como não errar na hora de criar e validar o seu cliente ideal para o negócio onde atua.

persona

Se você respondeu o “Contador” para a pergunta que te fiz acima, parabéns! Você sabe claramente para quem o seu vendedor ou vendedora precisará ligar ou abordar para oferecer o seu produto. Caso tenha falado o dono da empresa ou o gestor financeiro, administrativo, aí a resposta é: depende.

Dependerá do porte da empresa, se pequena, média ou grande. E dependerá do momento que ela está passando, além de outras variáveis que podem interferir na sua negociação.

Qual a importância, portanto, de se conhecer cada um desses perfis? E como eles podem impactar na modelagem de um novo negócio ou mesmo na minha empresa que já está operando?

Quando procuramos por conteúdo na internet sobre personas, tipos de personas e como criar um persona, existem inúmeras fontes que vão te levar para montar algo parecido como na imagem abaixo:

Aqui destaco um template de uma persona e um arquétipo de uma mulher, sacoleira, que mora no estado de Minas Gerais e precisa se deslocar para a cidade de Goiânia – Goiás pelo menos duas vezes por mês para realizar suas compras de mercadorias de moda e revender em sua cidade para sua base de clientes.

Nesse modelo, podemos identificar algumas características essenciais que precisam ser descobertas: as principais dores que ela apresenta, os principais ganhos ou desejos que ela busca, a sua biografia e biotipo, as marcas que se relaciona no dia a dia com mais frequência e acabam por revelar seu perfil de consumo, gostos e interesses, a sua profissão, gênero, idade real, o seu mantra ou objetivo de vida, o seu estado emocional entre outras que podem variar conforme seu negócio.

Criar uma persona imaginária é identificar e imaginar alguém que se assemelha àquele tipo de público que será preciso validar algumas hipóteses de comportamento, tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Contudo, o que quero te mostrar nesse artigo é porque apenas olhar para a persona pode ser um “tiro pela culatra” em seu projeto.

Eu acredito que não existe certo ou errado, nem mesmo verdade absoluta (a não ser na ciência e na matemática, e que mesmo assim com o passar dos anos podem sofrer revisões) sobre qualquer teoria.

Quando estudamos marketing na academia, seja num curso superior ou mesmo numa especialização, e aprendemos sobre criar a persona, o recomendável é a gente, ainda no escritório, imaginar alguém que se assemelha ao perfil que precisamos para realizar uma pesquisa de mercado ou fazer uma entrevista.

Por outro lado, isso é meio que dar um chute ao gol de olhos vendados, pois não significa que quem você irá abordar e entrevistar é realmente a persona ou cliente ideal do seu negócio.

Identificando o Cliente Ideal em um negócio

No caso da empresa de certificado digital, a persona que precisamos conhecer é o dono da empresa, pois é ele que assina o cheque quando algum de seus gestores precisam contratar uma determinada solução, é ele que sente a dor do custo da operação do dia a dia, do medo de fracassar e ter que decretar falência ou mesmo de não estar apurando os impostos em acordo com a legislação tributária vigente.

Por outro lado, quem realmente sente a dor do certificado digital, mais do que o próprio dono, e é um especialista no assunto, podendo ser o mais influente dentro da empresa, é o contador que conhece cada tipo de solução para cada necessidade fiscal ou contábil.

Se o diretor financeiro for abordado, o foco dele está em reduzir custos, em otimizar os gastos e aumentar receita. Com certeza não está para o lado de ter que contratar novas soluções, ainda mais se a empresa já está utilizando um produto semelhante, mas de outro fornecedor.

Voltando no primeiro exemplo, da Andreia Bretas, a sacoleira, suponha que você e eu somos investidores apostando em um novo negócio, formado por um time com o tripé de talentos bem desenvolvido, um ótimo programador, uma garota jovem com um belo currículo em experiência do usuário e de interfaces e um executivo de negócios com larga carreira desenvolvida no setor de moda e varejo, tendo passado por grandes marcas do ramo, que decidiram empreender na famosa região da 44 ao lado da rodoviária em Goiânia, um lugar com mais de doze mil lojistas e que circula mais de 280 ônibus todo final de semana com turismo de negócios voltado para compras no atacado para a moda, transacionando a cifra de R$ 680 milhões de reais por mês.

A oportunidade bateu à nossa porta, por meio de uma indicação, e agora precisamos decidir se entramos ou não nesse negócio. Parece uma decisão fácil, não é mesmo? Os números não mentem e realmente impressionam a qualquer um.

A ideia inicial desse time era criar uma plataforma de venda de mercadorias com loja física integrada ao online e que conectava os lojistas com os consumidores com base em gestão de pedidos com feedbacks em tempo real, geo-localização de fornecedores, avaliação de atendimento e monitoramento de tendências no mercado de moda, vendas em tempo real e multimarcas, assim eles conseguiriam automatizar as maiores dores e trabalho que um lojista possui em sua operação e permitir que suas clientes comprem por meio da internet. Eles pretendiam ganhar dinheiro com um percentual sobre as vendas feitas no próprio sistema.

Esses empreendedores entrevistaram centenas de sacoleiras e lojistas, a fim de validarem seu modelo de negócio e, com tantas respostas positivas, não deu outra: por cerca de 6 meses desenvolveram uma solução robusta, integrada a uma das maiores soluções de pagamentos do país, tinham já um belo espaço com um modelo de lojas abertas sem divisórias e o sistema de compra era um só, ou seja, a cliente não precisava ir de loja em loja e fazendo pagamento por pagamento, mas ia adicionando tudo em um carrinho virtual e apenas no final realizava o pagamento, caso fosse presencial.

Eles contrataram para divulgar o negócio, blogueiras e influenciadoras regionais que ajudaram a atrair milhares de pessoas nas primeiras semanas, mas insuficiente para pagar o investimento feito e, depois de 12 meses no mercado, o negócio não tracionou. Qual será o motivo, na sua opinião?

Veja que a persona da Andreia não parece ter nada de errado e mesmo que ela represente uma centena de entrevistas realizadas em regiões de polo de moda, também foram feitas entrevistas com outro tipo de persona, o lojista.

Por outro lado, apenas ter a persona não é sinônimo de que um negócio irá dar certo, claro que você precisa conhecer as suas personas, mas principalmente precisa ter identificado quem é o seu cliente ideal. O que vi muito ao longo da minha experiência, e isso aconteceu inclusive em um negócio que empreendi no segmento de delivery de pizzas lá em 2011 e 2012, foi que muitos empreendedores gastam um tempão elaborando boas personas e, na hora de pôr a solução no mercado, quem paga por ela não necessariamente é a persona mapeado.

Por que isso pode acontecer?

Diferenças entre Persona, Público-Alvo e Cliente Ideal

Persona

persona
  • Possuem características e psicológicas e emocionais;
  • Possui uma profissão;
  • É uma pessoa, com gênero, idade e características demográficas;
  • É a personificação do seu cliente fictício;
  • Possui sonhos;
  • Tem desejos e dores.

Público-Alvo

  • Representa uma parcela de uma população;
  • Possui informações demográficas;
  • Estão inseridos em uma faixa etária de idade;
  • São os grandes alvos da mídia global;
  • O seu cliente pode estar entre eles.

Cliente Ideal

  • Tem uma idade exata;
  • É engajado com a sua marca ou de concorrentes;
  • Possui um cargo específico;
  • Tem dores e desejos;
  • Tem um objetivo maior;
  • Tem fases no ciclo de venda;
  • Possui um momento ideal para compra.

No caso do empreendimento dos três empreendedores, o negócio não deu certo pois mesmo tendo a sacoleira e lojista como personas claras, o cliente ideal da solução deles e que não foi em nenhum momento mapeado é o Guia.

Essa pessoa é responsável por organizar todo o itinerário da sacoleira, garantindo a ela, por meio de parceria feita com os lojistas, um conjunto de benefícios como descontos com pagamentos à vista e maior volume nas compras, maior variedade, melhor qualidade e mais segurança e conforto.

Assim, apesar de a sacoleira ser uma persona para esse negócio acima, depende da intermediação do “Guia” e, se esse não for conquistado, não adianta querer atraí-las.

Quanto ao público-alvo, podemos afirmar que são os alvos principalmente de campanhas publicitárias da grande mídia na TV, rádio, ou seja, qualquer pessoa que se encaixe nas características demográficas, psicográficas que representa uma fatia ou o todo de uma determinada população.

Mas jamais o empreendedor deve atirar para esse lado pois significa que irá queimar muita grana até encontrar, em uma multidão de pessoas, quem realmente é o seu persona ou cliente ideal. A não ser que o seu produto seja um bem de consumo voltado para todos, por exemplo, um produto de higiene, um alimento, um eletrônico, entre outros.

persona

Chegou a hora de você mapear o seu persona e cliente ideal da sua solução.

Vimos nesse artigo que, mais do que apenas criar uma persona, e todo mundo faz isso, é preciso identificar quem realmente é o cliente ideal de uma solução, que nem sempre a persona que foi mapeado é quem irá pagar pelo uso de uma nova solução, que muitos empreendedores gastam tempo e focam apenas nas personas óbvias e esquecem de entender como funciona o relacionamento entre os agentes de uma cadeia, setor ou segmento onde desejam empreender.

Espero que tenha gostado e até o próximo artigo.

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Paolo Petrelli
Paolo Petrelli

CEO na PontoGet Inovação e Sócio na Meliva
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20 de julho de 2021/por Paolo Petrelli
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