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Agilidade

Venda seu projeto e convença seu público

Vender projeto parece uma frase comercial, mas é totalmente ligado ao fato de convencer pessoas sobre um produto que ainda não existe.

Passar uma mensagem de algo inexistente não é uma tarefa fácil, ainda mais se ela tiver a intenção de buscar um valor financeiro.

Neste artigo vamos entender como podemos mostrar para as pessoas que a ideia é viável, mesmo sem ainda termos o produto.

Aproveite a leitura para coletar ideias que poderão lhe ajudar a estrutura e vender melhor seu projeto ou ideia.

Vendendo sem resultado

Imagine uma pessoa querendo lhe vender a ideia de que é possível colocar um ovo em pé, em uma superfície plana se nenhum apoio. Em um primeiro momento o principal sentimento que temos é a dúvida.

Veja a pergunta e se coloque do lado da pessoa que está recebendo essa informação.

Muitas dúvidas e perguntas podem surgir quando ainda não se vê o resultado. E nessa analogia podemos relacionar ao fato de que uma ideia não gera resultado. O resultado surge da criação do projeto.

As pessoas tendem a acreditar naquilo que estão vendo. Isso torna difícil a tarefa de convencer sobre algo que elas, ou não viram, ou nunca ouviram falar.

É comum o fato de empresas idealizarem ações/projetos e delegar a um time essa missão. O fator que pode mudar muito esse cenário é quando o time tem a missão de “vender” o projeto para a empresa, sem que ela tenha pedido.

Demonstrar a viabilidade, seja financeira ou não, depende de uma estruturação da ideia e com uma visão clara de futuro, afinal se trata de planejamento e execução.

Ah! Se ficou a curiosidade sobre a possibilidade de colocar o ovo em pé em uma superfície plana, fique até o final deste artigo que iremos descobrir juntos.

Estruturação da ideia

Assim como várias coisas na vida, um projeto deve começar por uma justificativa embasada em dados e informações que demonstrem a real necessidade. Comece pelo porquê.

A jornada da ideia até se transformar em um projeto pode passar uma validação de clientes, entender e descobrir o tamanho do mercado, buscar parceiros, dentre outros itens. A partir do momento que se toma a decisão de que se trata de um projeto, é chegado o momento de vender e convencer seu público.

Para que se possa demonstrar uma ideia estruturada, uma sugestão é dividir em partes.

Da esquerda para a direita, iniciando pelo porquê, devemos entender quais motivos levaram à necessidade de criar tal projeto.

Em seguida é necessário analisar qual, ou quais, produtos serão gerados pelo projeto. Importante entender se esse produto realmente vai aliviar a dor do cliente.

Os envolvidos são tanto o time do projeto, quanto pessoas que podem afetar ou serem afetadas pelo projeto em algum determinado momento.

O como será respondido analisando as premissas (crenças), do projeto, riscos e restrições, que podem ser financeiras, de equipe ou de qualquer natureza.

Por fim é determinado quando o projeto será entregue e quanto irá custar. Dessa maneira se tem uma estrutura que possa demonstrar, de forma macro, as principais informações.

Uma ferramenta, não computacional, mas de gestão, que pode ajudar nessa estruturação é o Project Model Canvas, que pode ser baixado através do link: http://pmcanvas.com.br/download/.

Aqui uma representação, de maneira simples, do como estruturar o projeto.

Com a estruturação realizada é chegado o momento de vender o projeto e convencer seu público. Mas afinal, quem é seu público?

Conhecendo seu público

Várias sãs as pessoas, grupo de pessoas, empresas e outras partes que estarão envolvidas no projeto, mesmo sem elas saberem.

Órgãos públicos, privados, cooperativas, prefeituras, departamentos na empresa, diretorias e outros nesta mesma linha de raciocínio podem compor as partes envolvidas no projeto.

É de vital importância conhecer com quem estamos lidando, pois pode ser necessário “vender” o projeto várias vezes e para públicos diferentes.

Cada parte interessada pode ter interesse e poderes diferentes, como podemos ver:

Vamos entender como fazer o mapeamento dos envolvidos.

Interesse baixo e pode baixo

Essas partes envolvidas não possuem um envolvimento ativo no projeto e os interesses não são grandes pelos resultados do projeto. O poder de impactar o projeto é baixo. Elas devem ser monitoradas, pois podem mudar de quadrante a qualquer momento.

Interesse alto e pode baixo

Manter essas partes satisfeitas significa mantê-las informadas e engajadas, pois mesmo elas tendo um poder baixo, o interesse sendo alto pode ajudar em algum momento.

Interesse baixo e poder alto

O fato de pessoas terem baixo interesse e alto poder pode levantar um alerta, pois caso elas não estiverem a favor, podem impactar negativamente.

Interesse alto e pode alto

Se o interesse e o poder são altos, então o melhor a se fazer é gerenciar com o máximo de atenção, pois as pessoas neste quadrante podem impactar, e muito o projeto.

Esse mapeamento ajudará a identificar cada envolvido e como devemos nos preparar para vender o projeto, pois para cada uma das partes que foram identificadas pode ser necessária uma estratégia diferente.

Conclusão

Vender o projeto certo para a pessoa certa. Essa pode ser a chave para o sucesso.

Vimos nesse artigo que para estruturar uma ideia precisamos entender as razões vinculadas à necessidade de criação de um projeto.

Apenas estruturar pode não ser a única chave, pois precisamos entender com quem estamos lidando. Existirão pessoas e grupos de pessoas que estão a favor e outras que nem tanto.

Um mapeamento de todos os envolvidos ajudará a identificar o poder e interesse de cada pessoa, auxiliando na elaboração de estratégia de comunicação com elas, de forma ajustada e elaborada.

Se o produto que será desenvolvido for para um mercado externo, então esse mapeamento poderá necessitar de outras análises, como pode ser visto no artigo https://www.meliva.com.br/inovacao/indo-para-o-mercado-em-3-2-1/.

Vai vender seu projeto? Estruture bem e conheça seu público.

Messias Reis
Messias Reis

Sócio-diretor na Mundo de Projetos e co-founder na Meliva
Professor de pós-graduação em agilidade e projetos.

17 de fevereiro de 2022/0 Comentários/por Messias Reis
https://meliva.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Venda-seu-projeto-e-convenca-seu-publico.jpg 720 1080 Messias Reis https://www.meliva.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Meliva-horizontal-roxo-laranja.png Messias Reis2022-02-17 16:50:262022-06-24 10:35:16Venda seu projeto e convença seu público
Agilidade

Faça a gestão do conhecimento do projeto

Lições aprendidas são todos os eventos positivos e negativos que acontecem durante todo o projeto. Um grande desafio é registrar esses fatos para que outros projetos possam se beneficiar desses aprendizados.

A gestão do conhecimento pode ser realizada através do registro e recuperação dessas lições que aprendemos durante o projeto.

Passamos por diversos aprendizados e muita vezes não registramos, o que pode acarretar em cometer os mesmos erros novamente e não melhorar os acertos.

Vamos ver neste artigo como registrar, recuperar e fazer a gestão do conhecimento.

Ciclos de aprendizados

Construir, medir e aprender já é um conceito instalado em muitas pessoas e organizações. Esse ciclo, chamado de ciclo do Lean Startup, nos leva a aprender rápido para que possamos mudar o quanto antes e redimensionar caso necessário.

Quando falamos de projetos, que possui uma característica de ser temporário, os aprendizados precisam acontecer em ciclos mais curtos às vezes, a depender da complexidade e natureza do projeto.

Durante esse ciclo finito os acontecimentos positivos e negativos que ocorrem são denominados lições aprendidas.

Esses registros devem ocorrer durante todo o ciclo de vida do projeto, pois caso eles sejam realizados apenas ao final, muitas informações podem se perder ao longo do tempo.

Esse espaço de tempo entre o início e o fim gera muitos aprendizados que serão valiosos para ações futuras, reforçando a necessidade de serem coletados desde as primeiras atividades.

Registo dos conhecimentos

Ter informações de acontecimentos passados pode ser um fator determinante para o sucesso ou fracasso de qualquer ação.

Para que seja possível recuperar esses dados, primeiro é preciso que eles sejam gerados. Parece óbvio, mas é aqui que pode morar o perigo.

Com as entregas a serem realizadas em tempos determinados, muitas vezes o time não dedica um tempo para coletar os aprendizados que são gerados. O olhar, olhar para a meta, o prazo que precisa ser obedecido, a concorrência com tarefas do dia a dia são fatores que podem impactar negativamente esse processo.

Como podemos notar, durante o ciclo de vida de um projeto muitos acontecimentos geram lições aprendidas. Esse aprendizado pode ser utilizado dentro do próprio ciclo para que o time evolua constantemente.

As reuniões de retrospectivas são bom momento para registrar as lições, não sendo o único. Um cuidado a ser tomado com os registros e aprendizados do projeto durante a retrospectiva é o de não focar apenas na melhoria do time, mas também com os acontecimentos do projeto.

Com um exemplo lúdico, vejamos como registrar esses fatos.

Lição aprendidaDescriçãoRecomendação
Não devemos atravessar a rua sem olhar para os dois ladosAo atravessar a rua sem olhar para os lados o carro veio e atropelou a criançaSempre atravessar na faixa de pedestre e olhar se não está vindo nenhum veículo

Para pessoas adultas parece um fato simples e que não merece registro, mas essa informação pode ser muito valiosa para uma criança que nunca atravessou uma rua.

Esse fato de pensarmos que o fato é irrelevante pode nos levar a cometer o erro de não registrar e impactar negativamente ações futuras. O que pode ser trivial para uma pessoa, pode ser primordial para outra.

Importante envolver todo o time nos registros, pois alguns desses aprendizados ocorrem de forma isolada e podem acabar ficando de fora da base de conhecimento.

Base de conhecimento

Assim como os acontecimentos dentro de um projeto geram lições que ajudam o time a evoluir constantemente, os fatos que acontecem em todos os outros precisam ser condensados, para gerar a base do conhecimento.

A base de conhecimento deve armazenar todos os fatos negativos e positivos de todos os projetos, possibilitando a inserção e recuperação, auxiliando não apenas um time, mas toda uma organização.

A gestão do conhecimento traz inúmeros benefícios, desde o compartilhamento de dados importantes como redução no tempo de aprendizado de novas pessoas que passam a fazer parte do time.

Um projeto que não deixou suas lições aprendidas é um projeto sem memória.

Em um cálculo simples, podemos imaginar uma empresa que possua dez projetos em andamento no mês e cada um deles gerou cinco aprendizados. São cem aprendizados que podem ajudar a não cometer os mesmos erros e aumentas as chances, analisando os acertos ocorridos.

Ainda nessa base de cálculo, se a empresa armazenar os dados mensalmente, ao final do ano serão mil e duzentos aprendizados. Com o passar do tempo a premissa é que os erros diminuam e os acertos aumentem.

Conclusão

Sem aprendizado não é possível evoluir. Por esse e por outros fatos podemos perceber a importância em registrar as lições aprendidas.

Vimos que para se ter uma base de conhecimento é preciso que cada projeto crie seus aprendizados e compartilhe com outros, formando a base de conhecimento.

Esse assunto está diretamente relacionado a ajudar o time a manter e medir o ritmo. https://www.meliva.com.br/agilidade/defina-o-ritmo-e-meca-o-avanco/.

Pessoas vem e vão dentro dos projetos. Manter uma base que permita consultar informações importantes pode ajudar o time a manter o ritmo.

Uma cultura voltada à gestão do conhecimento não acontece da noite para o dia. É preciso inserir esse procedimento aos poucos, gerando dados que são verdadeiramente relevantes e que ajudarão em horizontes futuros.

Essas lições aprendidas, que podem ser positivas ou negativas devem ocorrer durante todo o ciclo de vida do projeto e compilados ao final.

Leia, crie e compartilhe seus conhecimentos.

Messias Reis
Messias Reis

Sócio-diretor na Mundo de Projetos e co-founder na Meliva
Professor de pós-graduação em agilidade e projetos.

17 de fevereiro de 2022/0 Comentários/por Messias Reis
https://meliva.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Imagem1-1-scaled.jpg 1707 2560 Messias Reis https://www.meliva.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Meliva-horizontal-roxo-laranja.png Messias Reis2022-02-17 16:30:062022-06-24 10:34:10Faça a gestão do conhecimento do projeto
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